O coworking é um conceito relativamente novo no Brasil, mas já conquistou a preferência de…
O coworking é um conceito relativamente novo no Brasil, mas já conquistou a preferência de diversos empresários das mais variadas áreas de atuação. Uma das principais características desse modelo é o espaço compartilhado.
Assim, diversos profissionais podem desempenhar suas funções, utilizando a mesma estrutura ― o que favorece o uso racional dos recursos e a redução de custos.
Essa proposta é especialmente adequada para empresas e startups que dependem de atividades administrativas e, por isso, necessitam de escritórios funcionais. Nesse caso, o coworking é visto como uma excelente opção, principalmente para a prestação de serviços ― envolvendo marketing, contabilidade, tecnologia e consultoria, por exemplo.
Esse modelo também contribui para o aumento da produtividade e, por isso, passou a ser uma alternativa inteligente para os projetos de expansão dos negócios. Afinal, com organização e flexibilidade, é mais fácil superar a concorrência e se destacar em qualquer mercado.
Quer saber mais? Confira o post de hoje!
Em linhas gerais, o espaço compartilhado pode ser entendido como um ambiente de trabalho colaborativo e integrado, no qual empresas e profissionais atuam de forma independente. Com isso, é possível ganhar eficiência e evitar desperdícios.
O coworking se encaixa no perfil de muitos empreendedores e freelancers que buscam mais praticidade para o dia a dia. Os planos de assinatura desses espaços englobam uma série de facilidades e, assim, todos podem dedicar mais tempo à gestão e ao planejamento estratégico dos negócios.
O espaço compartilhado também é uma solução para aqueles que viajam frequentemente e para equipes de campo, que precisam de condições apropriadas para desenvolver suas tarefas ― mesmo quando estão distantes da sede.
Além disso, esses ambientes permitem que as rotinas sejam mais simples e ágeis, evitando os deslocamentos desnecessários. Vale lembrar que nos grandes centros urbanos, a falta de mobilidade é um dos fatores que mais prejudicam o bem-estar e influenciam o rendimento individual e coletivo.
O coworking ainda pode ser um importante aliado nesse momento de recuperação da economia brasileira, pois favorece a abertura de novos negócios e estimula o investimento em pesquisa e inovação.
No Brasil, o coworking nasceu em 2008, quando os primeiros espaços compartilhados surgiram. Naquela época, ainda havia muitas dúvidas sobre a viabilidade desse modelo.
Porém, o número de escritórios vem crescendo de maneira constante. Segundo o Censo Coworking Brasil, realizado em março deste ano, foram contabilizados 810 ― o que representa um crescimento de 114% em relação a 2016.
Somados, esses locais possuem cerca de 56 mil estações de trabalho e geram 3500 empregos diretos e indiretos. Desse modo, é fácil perceber que não se trata de um modismo, mas de um formato de trabalho menos engessado ― que ajuda empresários e profissionais a conquistar mais competitividade e capacidade de adaptação.
O espaço compartilhado apresenta muitas vantagens. Entre as mais significativas, estão:
No coworking, existe a divisão de despesas ― incluindo aluguel, condomínio, impostos e tributos, água, energia, telefonia e internet. Normalmente, tudo isso é gerenciado pelo administrador e o usuário paga um valor fixo. Desse modo, é possível reduzir custos e garantir um lucro maior ao final de cada período.
Também vale mencionar que, no espaço compartilhado, o contrato tem prazo menor e não há multas para o cancelamento da assinatura. Assim, é mais fácil suportar as variações de demanda sem aumentar o endividamento ou afetar o capital de giro da empresa.
Ampliar a rede de conexões é essencial para qualquer profissional ou empresário. Nos coworkings, o networking acontece naturalmente ― contribuindo para o surgimento de novas oportunidades de negócio e de parcerias dentro do mesmo ambiente.
Ou seja, os vizinhos de coworking podem ser tornar clientes ou fornecedores com a criação de relacionamentos mais próximos e sem burocracias.
Outra vantagem do uso dos coworkings está diretamente relacionada à convivência com profissionais de diferentes áreas e expertises. Esse ambiente corporativo favorece e incentiva a troca de conhecimento, o que proporciona um aprendizado prático e contínuo.
O coworking, não exige gastos com instalações, equipamentos e manutenção, pois tudo isso faz parte do “pacote” contratado ― que também abrange mobiliário, impressoras, salas de reuniões, aparelhos de vídeoconferência e material de escritório.
Muitos serviços também estão agregados, como recepção, limpeza, segurança, entregas e copa. Em geral, esses serviços são cobrados apenas quando forem utilizados.
Além disso, a mudança para um coworking é muito rápida, o que permite um início quase que imediato dos trabalhos — basta levar o notebook, já que toda a infraestrutura está disponível. Ademais, o administrador cuida de qualquer problema ou ajuste a ser feito.
Os escritórios compartilhados garantem mais conforto aos usuários, com climatização e iluminação apropriados, níveis de ruídos controlados e layouts ergonomicamente planejados. Essas condições têm um impacto positivo na qualidade de vida dos profissionais — e, claro, nos índices de satisfação e de engajamento.
Um endereço comercial e uma boa localização reforçam a credibilidade de empresas e profissionais. Além disso, o espaço compartilhado também é mais adequado para receber clientes, conduzir encontros e organizar eventos.
É preciso mencionar que o home office é sempre uma possibilidade para autônomos e freelancers. No entanto, com o coworking, é mais fácil separar o trabalho da vida pessoal.
Os coworkings são projetados em locais de fácil acesso e com uma grande circulação de pessoas. Assim, é possível aumentar a visibilidade do negócio e alavancar os resultados finais.
Segundo a ABStartups (Associação Brasileira de Startups), o Brasil já conta com mais de 4 mil empresas que atuam com essa configuração. Dentro desse universo, os coworkings se tornaram verdadeiros núcleos criativos, nos quais os empreendedores se concentram para buscar novas ideias e para desenvolver projetos em colaboração.
Assim, é fácil entender que o coworking pode ser um facilitador na criação de novos negócios. Além de reduzir os gastos com toda a operação, o espaço compartilhado dispensa o investimento inicial para a abertura de uma empresa e ainda garante mais flexibilidade e comodidade.
Logo, empresários e profissionais devem considerar a migração para um coworking visando à expansão, à exploração de novos nichos e à identificação de oportunidades de crescimento.
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